segunda-feira, 28 de abril de 2008

the beginning of the end


É. Tentar explicar exatamente e com clareza o porquê disso, não é tão fácil quanto parece - se é que parece.
Daí a gente se pergunta por que o primeiro passo é tão difícil, quase tanto quanto se manter caminho logo depois, talvez até mais, não sei. É/foi sempre assim, generalizado mesmo. Normal até. Padrão.

Por isso que não me prendo a declarações que impressionam. Já me basta ser claro, ainda que complexo - que ousadia achar possível ser assim.

É meio que um teste da capacidade do cara de enrolar o leitor, unicamente para parecer mais culto, inteligente e, é claro, complexo - com perdão da repetição do termo. Nada importa muito realmente, mas quem entende, viaja. Além de se auto-testar, sabendo se é capaz ou não de compreender. Algo que também não importa nada, já que perder tempo é a finalidade mor.

Eu, como recém apaixonado pela publicidade, não posso me prender à "enrolação", já que objetividade é tudo nesse campo. Assim como aqueles antigos insanos futuristas que acham a rapidez a chave da prosperidade.


É esse o jeito rápido de enrolar.

Falando simples de algo não tanto. Ou não?

Recomendo:

motion city soundtrack - l.g. fuad

Um comentário:

Leonel Rocha disse...

Gostou do título que eu dei ao teu post? :D
Como apaixonado pelo jornalismo, não posso me prender nem à objetividade, nem à "enrolação", mas sim à fidelidade do que eu estou escrevendo :P

Comunicação social é foda cara! Os apaixonados por Letras com Literatura, por sua vezm se prendem só à "enrolação", não importando se o texto é objetivo, fiel aos fatos, ou o caralho a 4. Concorda? :D


E É NOIZE!