Quando lembramos do passado, tudo que é fato no presente torna-se, de cara, facilmente compreensível. É regra. As pessoas ao redor mudam, algumas se destacam, sem antes nem terem sido levadas em consideração. Nada a ver com exclusão, mas simples distanciamento de trajetos. É mais do que engraçado descobrir que os velhos indiferentes acabam tendo uma tremenda facilidade de tornarem-se, hoje, agora, essência - talvez até motivo de superação própria.
Viver esperando o fim não é viver, é estar morto desde o início. EU VIVO. Foda-se que me julguem por isso, mas, pelo menos, não podem de chamar de apático. Estou SEMPRE lá. Tentando fazer a diferença - algo que nunca experimentei antes por culpa do medo. Esse medo é, com certeza, sentido por todos. Então, por favor, não ME julguem como parte, julguem-me como vagabundo, pateta ou um imbecil que só faz o que acha melhor, uma vez que encara sua liberdade com bom senso.
Gosto mesmo é de cantar gritando, me libertando, até criar cicatrizes que serão motivo de orgulho. Sem stress, Yoga ou cafeína. Só comigo mesmo, liberto e c-o-m-p-l-e-t-o.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
graphic design

Mais uma forma de comunicação visual, o design gráfico é a parte artística do anuncio publicitário. Nela, há todas as informações necessárias para que nada vire informação, realmente. O impacto imediato é essencial, por isso dizer "arte gráfica" é pertinente.
Um publicitário, necessariamente, não precisa ser DG - e vice-versa -, mas quem já tem conhecimento nas duas áreas destaca-se muito.
Com o perdão da ambigüidade, é como ter a parte "criativa" e a de "criação" em um só artista.
O ideal seria aprender BEM a parte marketeira antes de qualquer coisa, porque sair por aí viajando no photoshop/corel não leva a lugar algum sem um currículo para mostrar, sem ter a base de causar impacto etc. O trabalho pode aparentar ser desqualificado, sem qualidade.
O melhor é ver o design gráfico como uma especialização. Um sonho que depende APENAS de capacidade.
Um publicitário, necessariamente, não precisa ser DG - e vice-versa -, mas quem já tem conhecimento nas duas áreas destaca-se muito.
Com o perdão da ambigüidade, é como ter a parte "criativa" e a de "criação" em um só artista.
O ideal seria aprender BEM a parte marketeira antes de qualquer coisa, porque sair por aí viajando no photoshop/corel não leva a lugar algum sem um currículo para mostrar, sem ter a base de causar impacto etc. O trabalho pode aparentar ser desqualificado, sem qualidade.
O melhor é ver o design gráfico como uma especialização. Um sonho que depende APENAS de capacidade.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
the beginning of the end
É. Tentar explicar exatamente e com clareza o porquê disso, não é tão fácil quanto parece - se é que parece.
Daí a gente se pergunta por que o primeiro passo é tão difícil, quase tanto quanto se manter caminho logo depois, talvez até mais, não sei. É/foi sempre assim, generalizado mesmo. Normal até. Padrão.
Por isso que não me prendo a declarações que impressionam. Já me basta ser claro, ainda que complexo - que ousadia achar possível ser assim.
É meio que um teste da capacidade do cara de enrolar o leitor, unicamente para parecer mais culto, inteligente e, é claro, complexo - com perdão da repetição do termo. Nada importa muito realmente, mas quem entende, viaja. Além de se auto-testar, sabendo se é capaz ou não de compreender. Algo que também não importa nada, já que perder tempo é a finalidade mor.
Eu, como recém apaixonado pela publicidade, não posso me prender à "enrolação", já que objetividade é tudo nesse campo. Assim como aqueles antigos insanos futuristas que acham a rapidez a chave da prosperidade.
É esse o jeito rápido de enrolar.
Falando simples de algo não tanto. Ou não?
Recomendo:
motion city soundtrack - l.g. fuad
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