Quando lembramos do passado, tudo que é fato no presente torna-se, de cara, facilmente compreensível. É regra. As pessoas ao redor mudam, algumas se destacam, sem antes nem terem sido levadas em consideração. Nada a ver com exclusão, mas simples distanciamento de trajetos. É mais do que engraçado descobrir que os velhos indiferentes acabam tendo uma tremenda facilidade de tornarem-se, hoje, agora, essência - talvez até motivo de superação própria.
Viver esperando o fim não é viver, é estar morto desde o início. EU VIVO. Foda-se que me julguem por isso, mas, pelo menos, não podem de chamar de apático. Estou SEMPRE lá. Tentando fazer a diferença - algo que nunca experimentei antes por culpa do medo. Esse medo é, com certeza, sentido por todos. Então, por favor, não ME julguem como parte, julguem-me como vagabundo, pateta ou um imbecil que só faz o que acha melhor, uma vez que encara sua liberdade com bom senso.
Gosto mesmo é de cantar gritando, me libertando, até criar cicatrizes que serão motivo de orgulho. Sem stress, Yoga ou cafeína. Só comigo mesmo, liberto e c-o-m-p-l-e-t-o.
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
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